13.12.10
A Ryanair completa todos os processos de reembolso devidos à nuvem de cinzas
A Ryanair, a favorita mundial entre as companhias aéreas, anunciou hoje (13 de Dezembro) que respondeu a todos os pedidos de reembolso efectuados por passageiros durante o fecho desnecessário do espaço aéreo em Abril e Maio deste ano devido à erupção de um vulcão na Islândia. Estes fechos do espaço aéreo causaram o cancelamento de 10 000 voos da Ryanair, afectando 1.45 milhões de passageiros da Ryanair.
A Ryanair hoje confirmou que:
1. Processou 100% dos reembolsos de voos cancelados. Os reembolsos foram efectuados até 30 de Junho de 2010.
2. Deu resposta a 100% dos pedidos de reembolso de despesas resultantes dos cancelamentos de voos. As respostas foram dadas até 30 de Novembro de 2010.
Até à data foram atendidos mais de 90% dos pedidos de reembolso. Um pequeno número de processos continua por resolver devido à falta de entrega de facturas por parte dos passageiros ou pedidos de reembolso de despesas pouco razoáveis. A Ryanair continua em contacto com este pequeno grupo de passageiros de forma a levar a termo os pedidos de reembolso.
Daniel de Carvalho, da Ryanair, disse:
“ No fim de Junho de 2010, a Ryanair já tinha processado 100% dos reembolsos de voos para estes passageiros afectados. Já respondemos a 100% dos pedidos de reembolso de despesas até ao dia 30 de Novembro, um mês antes do previsto. Existeainda um pequeno grupo de passageiros cujos pedidos de reembolso de despesas ainda não foram processados devido à falha no envio de facturas ou por serem pedidos de despesas pouco razoáveis.Vamos continuar em contacto com estes passageiros de forma a resolver o processo o mais brevemente possível.
Não há duvidas de que este fecho desnecessário do espaço aéreo evidencia a urgente necessidade de reformular o regulamento EU261 a fim de aliviar as companhias aéreas da responsabilidade de reembolsar as despesas de passageiros em casos de força maior, quando as companhias aéreas não tiveram qualquer responsabilidade por estes eventos. A Ryanair levou o caso ao Tribunal Europeu de forma a contestar este regulamento injusto e discriminatório e esperamos que este caso seja apresentado no Tribunal Europeu nos próximos 12 meses. Não é justo ou razoável que as companhias aéreas sejam responsáveis pelas despesas dos passageiros em casos como o vulcão Islandês ou a greve de Controladores de Tráfego Aéreo Espanhóis, onde os atrasos e cancelamentos estavam claramente fora do controlo de qualquer companhia aérea.”